A chuva cai levando o que sobrou embora
O que ficou está guardado na memória
É fato consumado
Eu não saberia olhar pra você
Sem me emocionar
Por tudo que vivemos
Fomos desejo em plena
Lua cheia
E toda vez que a vejo
Ela judia de mim
Somos o que sobrou
Do que restou desse amor
Fragmentos de um coração partido
Sem guia, sem trilha, sem pilha
Eu não saberia encarar você
Sem disfarçar meu desejo oculto de te querer
O que fazer com essa saudade
Que toma o meu corpo
De vontade de você?
Brincar de faz de conta
Com a realidade
Viver sorrindo
Pra essa maldade
Que é ter que viver
Sem você...
Marcia Magalhães






Um comentário:
Linda poesia.
Seu blog está show de bola.
Parabéns !!
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