
Ontem saí do shopping e fui ao dentista, ou melhor, tentei ir. No meio do caminho um engarrafamento furioso fez com que eu desistisse, visto que não iria chegar a tempo.
Peguei a estrada e fui pra casa. Novamente eu tentei ir pra casa, pois no meio do caminho começou uma tempestade torrencial. Um dilúvio propriamente dito!
Quando avistei o mar no asfalto. Aquela onda se formando na frente do meu automóvel, decidi estacionar e esperar. A minha sorte é que eu estava muito bem acompanhada e portanto, esperar não foi o tormento do desejo.
Depois de duas horas esperando, decidimos fazer compras e seguimos para o supermercado próximo. Afinal não dava para sair dali. Todos encontravam-se ilhados.
Mais uma hora se passou, a tempestade terminou, o sol anunciava novos tempos. Fomos pra casa.
Disso tudo tirei duas conclusões:
Número 1: O underground do Rio se revelou, bem como, depois de décadas de obras e discussão, a situação da cidade durante chuvas intensas parece não mudar. São enchentes e alagamentos em todos os bairros. E isso vem desde o Brasil colônia, agora agravado com a desordem urbana e social.
Número 2: Toda tempestade tem um quê de evolução, que para mim é espiritual, pois lava a minha alma. É tipo banho de mar: um descarrego!
Que a tempestade nos traga mais respeito, educação e benção. 80% desses alagamentos são oriundos da ausência de instrução e ensino. Lembre-se: lugar de lixo é no lixo e não no chão...
Namastê!






Um comentário:
Amiga, é mesmo ridícula esta situação. É difícil para mim dizer isso mas quando fui ao Rio agora em Fevereiro, achei a cidade tãooooo suja! Tanto lixo no chão... um absurdo! Como uma pessoa consegue jogar seja o que for no chão ao invés de encontrar uma lata de lixo mais próxima? As pessoas deveriam fazer a separação do lixo a pensar nas outras gerações...
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